Agendar o agendamento da agenda? Agendado!

Esta vai ser a minha agenda para 2018.
Comprada ainda antes do regresso às aulas, bati os olhos nela e disse:
– É esta.
Colorida, que a vida a branco e negro não tem a mesma graça. E com a mandala a dar o toque de esperança eterna no ano que há-de vir.

(c) Vida 1.0

Percebi há já algum tempo que uma agenda é um óptimo método para fazer coisas acontecer. Porque temos real consciência da grelha dos dias da nossa vida. E se queremos fazer A, conhecer B ou experimentar C… há que planear. Não de forma escrava, em que a agenda manda em nós, mas deixando o tempo correr entre as coisas novas que queremos que nos provem que estamos vivos. Vivos.

Estão na moda os bullet journals, se andarem pelo Google e pelo Pinterest verão modelos de 1.001 formas, mas para mim não é necessário páginas romanceadas com setinhas e bolinhas e toda uma simbologia em que a perfeição necessária da forma pode chegar a tapar a claridade e o tempo para o conteúdo. Hey, but that’s me. 🙂

Existem modelos já feitos, mais simples para quem quiser aventurar-se na criação de uma agenda personalizada, como este que aqui vos deixo, por exemplo.

Com os calendários nos telemóveis e apps de gestão milimétrica das nossas vidas😒, poderia parecer que não faz sentido nenhum manter o bom e velho papel.

Mas as agendas tanto servem para aquelas coisas menos glamourosas, como “consulta no dentista”😰 ou “data limite para pagar IRS” 😱😱😱 como para marcar objectivos e os vermos ali, a gritar para que os concretizemos, num dos 365 dias daquele livrinho…

E caramba, com 365 dias novinhos a estrear, há de certeza coisas boas a colocar lá, com uma letra bonita. Não há? 💖

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