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Fazer o bem... não fica mal

Recentemente dizia num outro fórum que o caminho das marcas devia fazer-se na resposta à pergunta "Como podem elas ajudar para que sejamos todos seres-humanos melhores?".

Um caso recente é a campanha da Lipton, que nos ajuda a ver que nem sempre somos tão boas pessoas como pensamos que somos, e que até queremos ser. Mas a vida corrida, cafeínada, como eles inteligentemente dizem, corta-nos as vazas e vamos vivendo fechadinhos nas nossas pressas e urgências. Quem anda distraído ;) e ainda não viu pode ver agora, e reflectir sobre si e o que vê à sua volta.



Se pensarmos bem, há quase sempre uma mensagem positiva neste género de vídeos que pretende tocar fundo, puxando pelos valores da bondade, da ajuda sem nada em troca, e que nos mostra o quão desligados vamos vivendo.

 Mas quem ainda sem lembra da mensagem tão triste do final do filme Favores em Cadeia? Em que um miudito diferente (o Osment, esse, sim, o que via pessoas mortas no outro, sim...esse, pá) começa uma onda de ajuda ao próximo e no fim das contas, acaba por vir aquela injustiça divina... ou terrena.

É que ficou duro viver neste mundo. Concentramos-nos por isso em nós e apenas nos nossos, numa bolha egoísta que nos cega para o resto. Mais depressa vemos o mal que nos rodeia que o que está bem, e o bem que nós próprios podemos trazer a cada dia.

Ser amável, a verdadeira tradução para isso do kind, não quer dizer que temos de salvar o mundo a cada manhã, mas que podemos dar um pequeno sorriso à senhora do jornal gratuito, uma ajudinha ao senhor de idade a subir para o transporte, 3 dedos de conversa no café a uma senhora que vive sozinha e a sua companhia somos nós, os que se cruzam com ela...

Façamos esse esforço, que deixa de ser esforço quando se torna um hábito bom, de olhar para o que nos rodeia e de ver a vida cá fora. Um mundo mais amável tem de ser necessariamente um mundo melhor, não acham?
Eu acredito que sim, e não é por ser quase Natal.

Spirit Science





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